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Labels: El Rofo
Quando Oliveira abriu os olhos viu que estava alguns minutos atrasado. Pegou a chave da viatura número 56 e saiu. Na porta esbarrou em Carvalho, colega de profissão com quem mais tinha intimidade.
Carvalho era uma pessoa ingênua, tímida e caridosa. Ia contra qualquer estereótipo policial e mais se parecia com uma criança. Alguns até falavam que ele tinha algum tipo de doença mental. Qualquer sentença pronunciada por Carvalho era seguida de um contundente e largo sorriso.
“- Desculpa Oliveira não tinha te visto.
- OK.”
Depois de ter pronunciado esta frase, abriu seu largo sorriso, baixou a cabeça e seguiu seu caminho.
Oliveira mal tinha aberto a porta do carro quando ouviu o barulho ruidoso do rádio.
“- Homicídio, uma vítima, Rua Cerro Largo, esquina com a José Bonifácio. Viatura mais próxima se dirija ao local.
- Viatura número 56, policial Oliveira dirigindo-se ao local.
- Começou bem o turno Oliveira. Deve ser mais um vagabundo morto por causa do tóxico. Câmbio!
- Que seja.” Repete baixinho.
Provavelmente não era a viatura mais próxima do incidente, nem mesmo tinha tirado o carro da garagem, mas era pago pra isso, e isso era o seu trabalho. Servir e proteger. Servir ao superior e proteger o seu próprio rabo.
Ligou a sirene, ignorou alguns comprimentos dos colegas que estavam por perto e saiu.
A noite o trânsito era mais tranqüilo, por isso conseguiu chegar rapidamente ao local. Diferente do que é de praxe, não havia nenhum curioso ao redor do corpo, ninguém espiando pela janela, nem mesmo os cuscus rondavam a área. Oliveira, velho de guerra, percebe alguma coisa estranha, saca a arma do coldre esquerdo e sai do carro. Possui duas armas milimetricamente iguais, dispostas em ambos os lados, em dois coldres, um pouco abaixo das costelas. São duas Glock 17, 19 tiros, 9mm, ação dupla, cano de
Seguiu lentamente até o corpo, espiado, sempre conferindo ao redor e empunhando a arma com as duas mãos. Seus olhos começaram a latejar sem nem mesmo terem visto o que tinha acontecido. Quando chegou perto o suficiente percebeu que o indivíduo estava com a cara virada para o asfalto. O sangue criara uma auréola demoníaca ao redor da cabeça. O meliante estava sem camisa, de bermuda, possuía algumas tatuagens, além de hematomas e cicatrizes. Devagar Oliveira colocou o dedo indicador e o dedo médio no pescoço da vítima. Sem sinal algum, com certeza já estava morto. Levantou-se e com os pés virou o sujeito.
“- Mas que merda é essa, porra!”. Oliveira saltou um grito de exclamação mesmo contra sua vontade, enquanto seus olhos pareciam que iam pular de sua cara.
Era o Desossado, chefe do tráfico na Vila Santana. Tinha esse apelido porque era tão magro que passava por qualquer buraco. Foi pego várias vezes por furto, à mão armada e à propriedade. Conseguiu subir na hierarquia do poder paralelo depois de ter matado Abadia, até então chefe do tráfico na Vila. Era conhecido pela sua bondade com os moradores, promovia shows, distribuía remédios, gás, comida e muito mais. Escolheu o lado certo da vida errada, como costumava dizer.
Oliveira sabia que Desossado era problema. Poderia haver represálias, ele tinha negócios com gente importante e influente, além dos amigos do tráfico. Tinha que desovar o Desossado, e o melhor lugar para isso era a jurisdição do Freitas.
Freitas é um policial viciado que passa o turno inteiro atrás de outros viciados para tentar descolar alguma coisa. Mesmo não efetuando muitas de suas prisões em flagrante, consegue manter as ruas sob sua responsabilidade em ordem. É violento e se orgulha de sua fama, sendo este o seu único argumento para conseguir respeito. A política do medo, neste caso, funciona perfeitamente.
Oliveira arrastou o corpo até o carro, deixando uma trilha de sangue por onde passou. Jogou o corpo no porta-malas e seguiu para a Rua Silva e Lima. Largou o corpo em uma obra que há muito tempo está
No bar da Maria pediu um café, tomou tudo em dois goles e fechou os olhos.
(- Até morto esses filhos da puta me arranjam problema.)
continua...
A história começa no início do século passado, quando o cavalo que carregava um coche para bruscamente no meio da estrada. Os ocupantes intrigados com a situação, saem do veículo. Examinam o coche e o cavalo, como não conseguem identificar o problema continuam o caminho a pé.
Perto dali acontece um ritual satânico. Pessoas são crucificadas, torturadas e mortas. Ao final do ritual alguns mortos começam a levantar de suas covas. Esses zumbis acabam encontrando os ocupantes do coche. Uma carnificina acontece e nem mesmo as crianças são perdoadas.
Os refugiados desta carnificina entram em uma casa a procura de socorro, mas acabam encontrando mais zumbis e satanics. Dentro desta casa acontece outro ritual, mas desta vez para ressuscitar Lúcifer, o Rei da Bestas. Ao final do ritual Lúcifer sai de um caldeirão e copula com uma vítima, que estava presa pelos satanics.
Nesta parte do filme o diretor entra em cena e diz que acabou. O filme torna-se realidade. Os atores começam a tirar as máscaras, maquiagem e a irem embora.
A câmera segue um grupo de atores que entram no carro. No meio do caminho o carro para bruscamente. Os ocupantes examinam o veículo, mas não encontram problemas. Quando olham para o lado percebem que zumbis e satanics dirigem-se a eles, carregando um bebê. O bebê é entregue a atriz que interpretou a vítima que copulou com Lúcifer. O filme acaba com um close na criança manchada de sangue.
Todo o filme é regado a muito gore, muito sangue e, principalmente, muito satanismo. Concerteza um dos filmes mais violentos que eu já vi. Tem gente morrendo esmagada, esfaqueada, com ferro quente nos olhos, dedo no olho, facada na boca, cabeça cortada na horizontal, e por aí vai.
Antoine Pellissier me parece um diretor subestimado, até pouco tempo nunca tinha ouvido falar e não encontrei a legenda para o filme, o que me obrigou a ver no original francês. O filme não tem muito fala, são mais gemidos e gritos, e como toda boa obra de terror, os clichês são abundantes e a história nada original, o que facilita a compreensão.
Apenas mais uma nota: as facadas nunca são únicas e secas, são sempre seguidas de gritos de fúria e pavor e mais outras dezenas de facadas, até formar uma papa de tripas e sangue.
Recomendo!
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Boca do InfernoLabels: Review
1) Dados técnicos
2) Ambiente
País: EUA - Bedford Falls
Contextualização: George Bailey (James Stewart) esta tendo um péssimo momento em sua vida, tanto profissional quanto pessoal, então decide cometer o suicídio. A partir daí o seu anjo da guarda tenta convence-lo a não cometer o suicídio, e faz isso mostrando pra ele como seria a vida da pequena cidade se ele não tivesse nascido.
4) Bibliotecário
Nome: Mary Hatch Bailey
Aparência física: Mulher branca, adulta (+- 30 anos), pouco atraente, cabelo preso, sem maquiagem, brincos ou anéis, usando óculos, um casaco formal, chapéu, saia abaixo do joelho e carregando uma bolsa.
Comportamento: Na vida real de George Bailey, Mary Hatch Bailey é uma pessoa bonita, atraente, com filhos, uma boa casa, etc, mas na vida sem George Bailey, Mary transforma-se em uma bibliotecária tímida, usando óculos, quieta, assustada, solteira, que chega a desmaiar quando George Bailey corre atrás dela.
5)Observações
Baseado na obra de Philip Van Doren Stern (The Greatest Gift)
A bibliotecária aparece no tempo de 1h59min do filme
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